GSM ou CDMA :
Os Desafios Comerciais e Tecnológicos para as Operadoras de TDMA
Uma Análise Efetuada Pelo
The Shosteck Group
Publicada pelo
CDMA Development Group
Junho de 2001
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1 Visão Geral

1.1 Introdução
Este white paper examina e discute as opções oferecidas às
operadoras de redes TDMA/IS-136 na migração para as tecnologias
sem fio de terceira geração (3G). Ele aborda, especificamente,
a conveniência da CDMA2000* 1X (denominada anteriormente CDMA/IS-95-C,
CDMA 1xRTT ou cdma2000 1x) e de suas derivações futuras, CDMA
1xEV-DO e CDMA 1xEV-DV, como alternativas 3G.
O cerne de nossa análise é formado pelas questões de disponibilidade
de aparelhos telefônicos, de custo desses aparelhos e das economias da
escala de produção de curto a médio prazo. Ao avaliar tais
questões, chegamos à conclusão que, na transição
de TDMA/IS-136 para 3G, as vantagens geralmente atribuídas às
tecnologias maduras podem não se confirmar na prática.
O The Shosteck Group não endossa o uso de uma determinada tecnologia
em detrimento de outras ou de uma via de migração para 3G sobre
as demais. Ao invés disso, apontamos e discutimos os possíveis
desafios que as operadoras de TDMA/IS-136 poderão enfrentar com a implementação
do GSM e as possíveis vantagens oferecidas pela cdmaOne +. Com
base nessas possíveis vantagens, sugerimos que as operadoras de TDMA
possam encontrar vantagens ao avaliar a tecnologia CDMA como uma opção
para 3G. E que, entre as operadoras de TDMA que fizerem tal avaliação,
algumas poderão concluir que o GSM é realmente a melhor opção
- especialmente as empresas licenciadas para operar nas freqüências
de 1900 MHz. Outras operadoras de TDMA, porém, poderão concluir
que a CDMA é a opção mais viável - especialmente
aquelas licenciadas para operar nas freqüências de 800 MHz. Em suma,
com este white paper pretendemos levantar questões essenciais envolvidas
na transição para 3G. A solução de tais questões,
até o limite possível, deverá ocorrer a partir de discussões
efetuadas entre as operadoras de redes e seus fornecedores.
Como primeiro passo, vamos esclarecer o que queremos dizer com 3G. O componente
de rádio das tecnologias avançadas varia em termos de três
características, pelo menos.
- A largura do canal de RF, que pode variar de 200 kHz, no caso de GSM-GPRS,
a 5 MHz em UMTS.
- A alocação do espectro de RF. Ele pode variar desde a implementação
em um espectro já atribuído em 800 e 1900 MHz, no caso da CDMA2000
1X, até a implementação em um espectro recém-atribuído
em 1900 e 2100 MHz, no caso do UMTS. Embora pouco discutido, este último
espectro é também adequado à CDMA2000 1X.
- A taxa de dados, que pode variar entre valores teóricos de 115 kbps
e além de 2 Mbps, de acordo com a tecnologia. Algumas tecnologias avançadas
foram denominadas 2.5G enquanto outras receberam o nome de 3G; outras ainda
são (ou foram) conhecidas por ambos os nomes.
A International Telecommunication Union (ITU) atua como árbitro para
os padrões 3G. Ela não define a 3G em termos de largura de canal
ou alocação de espectro, mas de acordo com a taxa de dados. Segundo
a definição da ITU, a interface de RF 3G é capaz de aceitar
taxas de dados iguais ou superiores a 144 kbps. Ela admite que as tecnologias
W-CDMA (UMTS) e CDMA2000 1X satisfazem esse critério.1
Taxas de dados maiores permitirão que os usuários finais disponham
de um conteúdo mais variado que o disponível atualmente e, juntamente
com a arquitetura em pacotes, tenham acesso imediato e de baixo custo à
Internet. Essas maiores taxas de dados e principalmente o acesso imediato e
barato à Internet irão expandir, por sua vez, o futuro tráfego
em redes. À medida que o tráfego em redes se expandir, a receita
das operadoras irá aumentar. No entanto, independentemente da capacidade
das tecnologias, as operadoras devem identificar os compromissos econômicos
e comerciais dos custos de rede em relação às taxas de
dados. Em última análise, cada operadora deverá otimizar
a taxa de dados oferecida aos usuários finais em termos do custo para
oferecê-la contra a receita gerada.
As operadoras AT&T e Rogers AT&T, por exemplo, que utilizam a TDMA/IS-136,
optaram pelo GSM, para em seguida evoluir para GSM-GPRS e depois implementar
o GSM-GPRS-EDGE, para finalmente adotar a tecnologia UMTS (conhecida também
como W-CDMA). Este último passo considera garantida a disponibilidade
de espectro para UMTS. Essa via de migração presentemente assumida
tem um desenvolvimento bastante recente. Outras operadoras de TDMA estão
ainda decidindo qual via de migração irão adotar. Há
cerca de um ano, a via de migração assumida para as operadoras
de TDMA/IS-136 era a implementação de TDMA-GPRS, seguida pela
TDMA-GPRS-EDGE e por fim - por meio de um processo mal definido - a adoção
do UMTS. Essa primeira via de migração deixou de ser discutida.
Ao examinar as vias de migração, dirigimos nosso foco às
questões comerciais com as quais devem lidar as operadoras de
TDMA/IS-136 na escolha de uma alternativa 3G. Nesse processo, cinco séries
de questões se destacaram. São elas:
- Elevar a receita média por usuário (ARPU).
- Minimizar os custos de implementação da tecnologia
- Adotar um processo de implementação tão simples (e,
portanto, tão indolor) quanto possível.
- Implementar serviços comerciais viáveis em tempo hábil.
- Manter um serviço satisfatório para o usuário final
durante esse processo.
As duas últimas questões são especialmente importantes.
Caso as operadoras não possam implementar serviços comerciais
viáveis e em tempo hábil, elas correrão o risco de perder
sua posição competitiva. E se a rede e/ou os aparelhos telefônicos
fornecerem um serviço deficiente ao usuário final, eles não
só deixarão de gerar receita, como irão também incentivar
o fenômeno de "churn". Preferimos não dar muita atenção
às nuanças de elegância tecnológica que as tecnologias
alternativas podem ou não oferecer. Para nossos objetivos, as questões
comerciais são mais importantes.
Não devemos esquecer da importância dos serviços de voz.
É verdade que com a utilização de técnicas de compressão
e o gerenciamento mais sofisticado para a largura de banda, a 3G deverá
permitir a adoção de aplicações que não utilizam
voz, tal como vídeo full-motion e multimídia, tudo em tempo real.
Dito isto, os serviços de voz continuarão gerando a maior parte
da receita das operadoras em um futuro previsível. Isto provém
do "efeito do estímulo dos dados", ou seja, o aumento dos serviços
de dados não irá desbancar o tráfego de voz e sim expandi-lo.
Mesmo os mais entusiásticos defensores das aplicações sem
voz reconhecem esse fenômeno.2
1.2 Vias de Migração e Períodos de Tempo para Implementação
Daqui a 10 ou 15 anos, as atuais questões da migração
para 3G estarão desaparecendo e passando à memória histórica.
Todas as operadoras 2G de hoje já terão implementado a 3G e talvez
algumas tecnologias ainda mais avançadas. Os desafios da implementação,
alguns deles ainda não totalmente reconhecidos, terão sido superados
com sucesso.
Nesta época, porém, as questões críticas enfrentadas
pelas operadoras estão centradas em qual das tecnologias da próxima
geração devem escolher para um futuro que varia de imediato a
médio prazo - ou seja, o próximo período de um a cinco
anos. Essas vias de evolução de um a cinco anos são claras
para as operadoras que já implementam as tecnologias GSM, cdmaOne ou
PDC. O mesmo não se pode dizer das operadoras que implementam atualmente
a TDMA/IS-136.
Para recapitular, as operadoras de GSM, ou mais precisamente aquelas licenciadas
para o espectro de 900 e/ou 1800 MHz, irão evoluir antes para GSM-GPRS
e em última análise para UMTS, podendo implementar ou não
o GSM-GPRS-EDGE como passo intermediário. A implementação
do UMTS irá exigir que tais operadoras utilizem uma parte do espectro
3G (UMTS) recém-alocada e recém-atribuída em 1900 MHz (enlace
ascendente) e 2100 MHz (enlace descendente), juntamente com o espectro GSM atualmente
atribuído de 900 e/ou 1800 MHz. Ela irá requerer também
aparelhos telefônicos multimodo/multibanda para GSM-GPRS-UMTS (ou GSM-GPRS-EDGE-UMTS).
Tais aparelhos multimodo irão permitir handoffs de uma rede a outra,
o que irá viabilizar um fornecimento perfeitamente consistente de serviços
GSM básicos (voz e mensagens) ao longo de toda a rede, além do
oferecimento de UMTS nas partes de tráfego mais intenso. Isto irá
possibilitar ainda que as operadoras implementem a infra-estrutura 3G apenas
de acordo com a demanda, minimizando assim o ônus de seus investimentos.
Não é tão clara a via de migração para as
operadoras de GSM que operam no espectro de 1900 MHz (quase todas situadas nas
Américas). Um espectro 3G separado, que seja adequado para UMTS, está
ainda para ser alocado. Até que tal espectro esteja alocado e disponível,
as operadoras de GSM que atuam no espectro atribuído de 1900 MHz estarão
impedidas de avançar além do GPRS e do EDGE, caso este último
torne-se comercialmente acessível.
As operadoras da cdmaOne, por sua vez, quer atuem nas freqüências
da faixa de 800 MHz, 1900 MHz ou ambas, poderão evoluir para a CDMA2000
1X utilizando seu espectro atual, o que elimina o desafio de encontrar um novo
espectro. A evolução para CDAM2000 1X requer placas de canal e
atualizações de software para as estações rádio
base da cdmaOne, além do lançamento de aparelhos telefônicos
para CDMA2000 1X. Como todos os aparelhos CDMA2000 1X são retroativamente
compatíveis com a infra-estrutura cdmaOne herdada, estará eliminada
também a necessidade de aparelhos multimodo.
No Japão, as operadoras de PDC irão construir redes UMTS totalmente
separadas para os espectros recém-atribuídos de 1900 e 2100 MHz.
Os assinantes terão acesso a essas redes por meio de aparelhos UMTS de
um só modo e uma só banda.
Durante o próximo período de um a cinco anos - até meados
de 2006, portanto - nenhuma operadora deverá concluir a evolução
para 3G, não importa qual tecnologia esteja adotando atualmente (GSM,
cdmaOne, TDMA/IS-136 ou PDC). Algumas delas poderão até implementar
totalmente uma infra-estrutura 3G, mas sem um subsídio maciço
para os aparelhos telefônicos, todas ainda terão assinantes que
continuarão a utilizar as redes 2G. Algumas operadoras deverão
avançar substancialmente na transição para a 3G, principalmente
aquelas que implementam hoje a cdmaOne e optaram pela CDMA2000 1X. Para as que
implementam TDMA, porém, a via de evolução é mais
complexa e menos clara.
Assim sendo, independentemente de as operadoras de TDMA/IS-136 escolherem GSM
ou cdmaOne como via de migração, elas terão que superar
desafios nunca antes enfrentados pela indústria do setor. Dessa forma,
as duas vias deverão se mostrar mais complexas, dispendiosas, difíceis
e demoradas que muitas das inicialmente imaginadas. Entretanto, como sugerimos
em nossa análise a seguir, ao menos para algumas operadora de TDMA a
tecnologia CDMA deverá se tornar uma alternativa menos onerosa.
1.3 O Dilema das Operadoras de TDMA
Os maiores níveis de complexidade, despesas, dificuldade e tempo irão
se originar do fato da TDMA/IS-136 estar se tornando uma "tecnologia órfã".
Como todas as tecnologias órfãs, ela se caracteriza por duas limitações
- Ela satisfaz apenas as necessidades de curto prazo do mercado.
- Ela não oferece uma base para evolução futura.3
Entre as órfãs pode haver também novas tecnologias com
um ciclo de vida limitado. Um bom exemplo é a HSCSD (dados de alta velocidade
comutados por circuito), que mal chegou a ser implementada antes de ser abandonada.
Outras chegam a ser tecnologias maduras ao final de sua vida útil. A
TDMA pertence a esta categoria.
Por sua própria natureza, as tecnologias órfãs estão
sendo substituídas por alternativas mais funcionais e/ou de menor custo.
Por essa razão, elas oferecem apenas vantagens de curta duração
às operadoras de redes e/ou aos usuários finais. Para os fabricantes,
isto significa um decréscimo rápido dos volumes de produção
e dos lucros. Logo que identificam essa situação, os fabricantes
congelam os investimentos em pesquisa e desenvolvimento, o que acelera a condição
de órfãs das tecnologias em questão. Com isto, elas vão
perdendo mais terreno em relação às novas e mais avançadas
tecnologias. À medida que vão perdendo terreno, passam a oferecer
cada vez menos benefícios às operadoras de redes e/ou aos usuários
finais. Por fim, são abandonadas.
Entre outros exemplos de tecnologias órfãs podemos citar o telégrafo
(substituído pelo telefone), o telex (substituído pelo fax - que,
por sua vez, está sendo substituído pelo e-mail) e a telefonia
comutada por circuitos (que está sendo substituída pela telefonia
por pacotes.
As vendas de terminais em todo o mundo atestam a condição emergente
de órfã da TDMA/IS-136. Durante o ano de 2000, 63 por cento dos
terminais vendidos eram GSM, 13 por cento eram cdmaOne e apenas 9 por cento
eram TDMA.4 O volume relativamente baixo de vendas da TDMA está
tornando essa tecnologia menos atraente para os fabricantes. Sua condição
de órfã foi selada com o anúncio da AT&T Wireless,
feito em novembro de 2000, de que estava abandonando os planos de incorporar
as tecnologias GPRS e EDGE à TDMA. Ao invés disso, ela declarou
que irá sobrepor a tecnologia GSM à sua rede TDMA já existente.5
Em teoria, isto irá permitir que a AT&T implemente as tecnologias
GSM-GPRS, GSM-GPRS-EDGE e, desde que haja espectro disponível, GSM-GPRS-EDGE-UMTS
como sua via de migração para a 3G.
A abordagem da AT&T leva em conta a possibilidade de tirar proveito dos
enormes esforços de pesquisa e desenvolvimento que estão sendo
aplicados à via de transição para GSM (isto é, GSM-GPRS
e GSMGPRS-EDGE) e da esperada economia oferecida em escala de produção
pelo GSM e possivelmente pelo UMTS, ao longo do tempo. De fato, essa premissa
da economia de longo prazo proporcionada por pesquisa e desenvolvimento e escala
de produção constitui a base lógica por trás da
escolha do GSM como via de transição para a 3G.6
Ela define também o dilema central, embora não mencionado, que
cada operadora de TDMA está enfrentando. Por um lado, deve a operadora
escolher uma via para a 3G que envolva custos menores de curto e médio
prazo, mas custos incertos de longo prazo? Pelo outro, deve ela optar por uma
via para a 3G envolvendo custos de curto e médio prazo mais elevados,
mas com custos de longo prazo aparentemente mais definidos e reduzidos?
Esclarecer essas questões de custo é um dos objetivos deste documento.
Mais adiante, iremos abordar também a economia de escala de produção.
Veremos que, com a implementação de aparelhos telefônicos
bimodais TDMA-GSM, as operadoras de TDMA/IS-136 não poderão tirar
proveito da economia de escala normalmente associada à adoção
do GSM como via de migração para a 3G. Vamos discutir também
o compromisso existente entre projeto/operação de uma rede econômica
(e potencialmente lucrativa) e o fornecimento de taxas elevadas de dados.
Ao adotar o GSM, a AT&T destruiu qualquer esperança de um desenvolvimento
adicional para a TDMA/IS-136 e de uma migração para a 3G baseada
na mesma. Isto significa que todas as operadoras de TDMA devem agora escolher
uma nova alternativa para tal migração. Embora a maioria dos observadores
da indústria já tenham assumido que a escolha irá recair
sobre o GSM, a tecnologia cdmaOne também tem chances.
A utilização do GSM como forma de chegar a 3G é realmente
um conceito atraente. No entanto, ele requer a implementação,
pelas operadoras de TDMA/IS-136, do que para todos os efeitos será uma
rede 3G completamente separada - o que deverá se mostrar uma proposta
difícil e dispendiosa. Ela será especialmente difícil para
as operadoras de TDMA que atuam nas freqüências de 800 MHz, em contraste
com a faixa de 1900 MHz. De fato, para as operadoras de 800 MHz a disponibilidade
de uma infra-estrutura para GSM é ainda uma promessa, embora as empresas
Nokia, Ericsson, Motorola e Nortel, que fizeram tal promessa, sejam fornecedores
confiáveis. Ainda mais importante e também não mencionado
será o fornecimento em tempo hábil de aparelhos telefônicos
GSM para 800 MHz, a custos razoáveis. Na época da redação
deste documento (junho de 2001), tanto a data de fornecimento como o custo dos
mesmos permaneciam desconhecidos.
1.4 Os Dois Passos da Evolução para a 3G
Não importa que as operadoras de TDMA/IS-136 escolham GSM ou cdmaOne
como via de migração para a 3G, pois elas irão enfrentar
as mesmas duas barreiras existentes nessa transição.
- O desafio e o custo de implementar uma rede GSM ou CDMA separada, em paralelo
com suas redes TDMA já estabelecidas.
- O desafio e o custo de utilizar essa rede separada para efetuar a transição
para a 3G.
Assim sendo, vimos que o GSM e a cdmaOne oferecem alternativas de migração
substancialmente diferentes. Vamos explorar essas alternativas nos próximos
capítulos, abordando principalmente as questões de custo e implementação
em tempo hábil.

| * |
CDMA2000 é marca da Telecommunications Industry Association (TIA) |
| |
cdmaOne é marca registrada do CDMA Development Group (CDG) |
| 1. |
"The Road to IMT-2000", http://www/itu.int/imt/what_is/roadto/index.html.
O padrão 3G especifica, mais exatamente, 144 kbps em ambientes móveis,
384 kbps em ambientes de pedestres e 2 Mbps em ambientes fixos |
| 2. |
Ian Allison, "Ericsson on the EDGE: Interview," Wapweek, 9
de abril de 2001 |
| 3. |
The Shosteck Group, Third Generation Wireless (3G): The Continuing Saga,
Wheaton, Maryland, fevereiro de 2001, pág. 263-264. |
| 4. |
"Terminal Sales by Technology, World Market, 1992-2000," Shosteck
E-STATS, The Shosteck Group, Wheaton Maryland, contínuo. |
| 5. |
"AT&T to Ditch TDMA for GSM-Based Data Migration," 3G Mobile,
29 de novembro de 2000, pág. 1-2. |
| 6. |
Comunicação pessoal por fonte industrial informada, Bellevue,
Washington, 25 de maio de 2001. |