3G World Update: A Migração acelerada para 3G |
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Por CDMA Development Group NESTE NÚMERO:
— Perry LaForge, Diretor Executivo, CDMA Development Group
Todos querem fazer um bom negócio — inclusive as operadoras celulares. As grandes considerações a serem feitas pelas operadoras de todo o mundo são as de natureza econômica, além das de instalação de redes e sua capacidade de atender clientes, sobretudo quando se prevê que o próximo pico de crescimento da base mundial de assinantes deverá ocorrer em mercados emergentes. Este foco de grande precisão, concentrado em custos, mostra que as operadoras querem equipamentos que sejam acompanhados de economias de escala, serviços com muitos recursos, aparelhos telefônicos de baixo custo e uma sólida trajetória de evolução, rumo à nova geração de serviços. A pergunta que se faz é a seguinte: elas compram os equipamentos mais baratos que encontram para atender as suas necessidades atuais ou investem mais e, quando avaliam esta compra, levam em conta o custo total de propriedade, com a finalidade de melhorar sua posição no mercado a longo prazo? Na verdade, este dilema nada mais é do que a história se repetindo. No início e em meados da década de 90, as operadoras precisaram optar entre investir em tecnologia analógica — que, já naquela época tinha um apelo de baixo custo — ou nas novas tecnologias digitais mais caras, a exemplo do cdmaOne, GSM e TDMA, mas que ofereciam melhor qualidade de voz, maior capacidade e maior eficiência no uso do um recurso escasso como o espectro. As operadoras com visão de futuro escolheram a tecnologia digital com o objetivo de maximizar seus lucros e aquelas que continuaram adquirindo tecnologia mais barata, acabaram sofrendo quando se depararam com as questões do custo de propriedade a longo prazo e oportunidades de receita e posição competitiva no mercado à medida que as tecnologias 2G começaram a amadurecer. Esta decisão de adotar o status quo também desacelerou o surgimento de tecnologias com melhor desempenho. Foi somente em 1997 que o número de assinantes de serviços digitais 2G finalmente ultrapassou o de assinantes de serviços analógicos.
A Equação dos
Aparelhos de Telefone Em ritmo acelerado, as operadoras estão optando entre investir na tecnologia GSM que é mais antiga ou investir nas tecnologias 3G mais novas, como o CDMA2000 1X, o 1xEV-DO Revision A, o WCDMA e HSDPA, que oferecem maior capacidade de rede e menor custo de transmissão de voz, multimídia e dados, por banda larga. Desta vez, porém, as operadoras não estão cometendo o mesmo erro do passado. A maior parte das infra-estruturas wireless adquiridas hoje em dia são, de fato, sistemas 3G. “Em todas as partes do mundo, tanto em mercados desenvolvidos como em emergentes, as operadoras vão acabar implementando tecnologia 3G, a fim de poder conferir suporte à crescente demanda por serviços de voz e dados em altas velocidades, atendendo consumidores, empresas e aplicações de serviços públicos”, afirmou Perry LaForge, diretor executivo do CDG. “Estes serviços requerem uma grande largura de banda, para garantir capacidade, volume de dados e uma experiência satisfatória para o usuário final”. “Nos últimos seis anos, operadoras de todo o mundo vêm fazendo atualizações para 3G, visando um grande retorno sobre os investimentos feitos em aplicações de dados, assim como melhorias da capacidade de voz, passando a ver a terceira geração como a próxima etapa lógica para a prestação de serviços de comunicações de voz, a preços acessíveis para as massas”, disse Larry Swasey, analista sênior da Visant Strategies. “Até 2007 ou 2008, não será uma surpresa se verificarmos que a maioria das grandes operadoras estará dominando seus mercados com algum tipo de tecnologia 3G, como CDMA2000 1X, EV-DO Rev A, B ou C, WCDMA e HSDPA e até mesmo HSUPA”. A Gartner Dataquest prevê que 54% de todos os gastos deste ano estão sendo dirigidos para infra-estruturas CDMA2000 e WCDMA. Até 2007, segundo a empresa, os gastos com infra-estrutura 3G devem subir para 61%, enquanto que os gastos com tecnologias 2G, como GSM, devem continuar em queda. A Strategy Analytics também prevê que até o final de 2006, mais da metade dos gastos mundiais em infra-estrutura wireless 3G deverá ser direcionada para as tecnologias CDMA2000 e WCDMA e que os investimentos em 2G continuarão caindo. Hoje, a 3G conta com 350 milhões de assinantes, no mundo, sendo que, a cada trimestre, são acrescentados mais 30 milhões. Segundo analistas de mercado, até 2010 as duas tecnologias 3G dominantes, CDMA2000 e WCDMA, vão responder por 1,2 bilhões de assinantes, representando 41% da base mundial. Ao mesmo tempo, a base GSM, que era a maior do mundo, deve começar seu declínio firme em 2008. “Em todo o mundo, operadoras com visão de futuro estão substituindo suas redes 2G com tecnologias 3G mais robustas e flexíveis”, informou Perry LaForge do CDG. “Nos últimos seis anos, cerca de 300 operadoras instalaram sistemas 3G mundialmente. Perto de 200 operadoras, inclusive 28 operadoras GSM, instalaram ou estão instalando tecnologias CDMA2000.Segundo nossas previsões, esta tendência deverá continuar bem adiante na próxima década”.
De fato, o CDMA2000 tem uma vantagem nítida no mercado 3G e atualmente detém uma participação de 80% no mercado mundial, considerando-se toda a base de assinantes 3G do mundo. Levando-se em conta que há 166 operadoras de redes CDMA2000, no mundo, em 73 países, e a cada mês são acrescentados cerca de 8,5 milhões de novos usuários, o CDMA2000 está bem adiante na sua trajetória de chegar a 350 milhões de assinantes ainda neste ano. De acordo com analistas de mercado, o número de usuários da tecnologia CDMA2000 deve chegar perto dos 500 milhões até 2010. O número total de assinantes 3G deverá ultrapassar os de 2G, no prazo de 10 anos, contabilizados a partir do início da terceira geração, ou seja, cinco anos a menos que o tempo que demorou para 2G superar as redes analógicas. Este fenômeno já aconteceu no Japão, na Coréia e nos EUA, sendo que outros países e regiões rapidamente seguiram seus passos. A Europa Ocidental será a próxima região a testemunhar a inevitável passagem de ter mais assinantes 3G do que 2G. Dois anos depois da adesão das operadoras da Coréia ao padrão CDMA2000, estas já contavam com um número de assinantes 3G maior do que de 2G. Hoje, praticamente 100% da base do país utiliza CDMA2000. Mais de 40% desta base já atualizou seus aparelhos, visando aproveitar as vantagens oferecidas pelos serviços celulares de banda larga que a tecnologia EV-DO viabilizou, conhecida na Coréia como “DSL que anda”. No Japão, o número de assinantes 3G representa mais de 60% de toda a base atual. No caso da KDDI, a operadora levou menos de dois anos para migrar a maioria dos assinantes 2G para 3G. A NTT DoCoMo, por sua vez, demorou menos do que cinco anos para realizar o mesmo processo. A KDDI e a NTT DoCoMo concorrem corpo a corpo em termos de acréscimos líquidos de assinantes por trimestre. Desde julho de 2005, a KDDI tem conquistado mais assinantes de Internet móvel por mês do que qualquer outra concorrente. Em junho de 2006 a operadora tinha 9,46 milhões de usuários de serviços celulares EV-DO, por banda larga, ou seja, 40% da base total de sua base de assinantes. A receita média por usuário é impressionante: US$ 30 por mês. Recentemente, a KDDI anunciou que investirá US$ 1,73 bilhões nos próximos três anos para a atualização de sua rede EV-DO, transformando-a em Rev A, o que aumentará sua velocidade de transmissão e possibilitará que a empresa ofereça serviços simétricos e sensíveis ao atraso, a exemplo de voz sobre IP (VoIP), push-to-talk, videotelefonia e jogos online com a participação de vários jogadores. A NTT DoCoMo já está inaugurando sua rede celular de dados HSDPA com banda larga. “Com o EV-DO Release 0 e agora Rev A, a KDDI adquiriu uma nítida vantagem competitiva no mercado onde CDMA e UMTS competem na área das tecnologias 3G e aos olhos de seus clientes”, disse Dr. Hideo Okinaka, vice-presidente e gerente geral da Divisão de Espectro e Padrões Técnicos da KDDI. A vantagem do desempenho “Para concorrer com as novas ofertas da Verizon e Sprint Nextel, a Cingular e a AT&T Wireless Services precisarão implantar uma tecnologia que possibilite a transmissão de dados a velocidades equivalentes às de suas concorrentes”, de acordo com uma declaração de interesse público da Cingular perante a Comissão Federal de Comunicações, em 2004.
A velocidade com que as empresas têm adotado os serviços “3G Boradband Access” da Verizon fez com que a Cingular depositasse suas esperanças no HSDPA, a nova geração da tecnologia WCDMA com promessas de maiores velocidades de transmissão de dados. Esta acirrada concorrência tende a continuar, à medida em que as melhorias feitas nas tecnologias EV-DO e HSDPA se acelerem, criando as condições para que as operadoras penetrem mais no mercado de banda larga. O EV-DO Rev A, disponibilizado em 2006, viabiliza um link reverso com velocidades mais altas, melhor latência e maior capacidade, podendo conferir suporte a serviços VoIP. Por outro lado, a tecnologia HSUPA (High Speed Uplink Packet Access) aumenta a velocidade de uplink do WCDMA e deve estar disponível a partir de 2007. “Em termos de serviços e aplicações, a trajetória de migração da tecnologia CDMA2000 disponibiliza um pacote muito atraente para seus assinantes”, explicou Bruce Stone, vice-presidente sênior da Motorola. “A capacidade avançada do padrão Rev A viabilizará toda uma nova geração de serviços de dados mais rápidos e mais eficientes do que antes, abrindo o leque de opções para usuários e melhorando sua experiência com telefonia celular”.
Na Europa Ocidental, a expansão da tecnologia WCDMA se acelera. De acordo com Jean-Pierre Bienaimé, presidente do Fórum UMTS, os acréscimos feitos pelas tecnologias GSM e WCDMA ao total líquido de assinantes foram equivalentes aos de 2005. “Hoje em dia, os consumidores não precisam de muito incentivo para optar pela WCDMA em detrimento da GSM: estão descobrindo por si próprios que a terceira geração é a única opção que atende às necessidades de seus estilos de vida”, informou Bienaimé. Há mais de 35 milhões de assinantes WCDMA na Europa Ocidental, sendo que cerca de 12 milhões já contrataram serviços no primeiro semestre de 2006. Ao mesmo tempo, a Noruega, Dinamarca e Suécia estão se unindo a outros países europeus, incluindo a República Tcheca, Bielo-Rússia, Moldávia, Polônia, Romênia e Rússia, no uso da tecnologia CDMA2000 na faixa de 450 MHz. Segundo estimativas da Strategy Analytics, o número de assinantes de serviços 3G, na Europa Ocidental, deverá ultrapassar o de 2G na região até 2008. Tanto faz que atuem em países desenvolvidos ou emergentes, as operadoras estão descobrindo que a motivação para fazer investimentos em redes mudou nos últimos anos, e atualmente estão investindo em tecnologias 3G. De acordo com a ABI Research, no passado os principais motivos dos gastos de capital giravam em torno da necessidade de aumentar a capacidade e a participação de mercado por meio da aquisição de novos assinantes. Hoje, estes motivos envolvem a prestação de serviços que gerem uma maior receita média por usuário (ARPU) e um menor custo operacional, pois o mercado atual está saturado e a receita média de voz por usuário, em queda. As operadoras que implantaram a terceira geração já estão vendo o retorno de seus investimentos. Em todo o mundo, operadoras CDMA2000 divulgaram um ARPU de dados na faixa de 10% a 40% de suas receitas totais por usuário de rede 3G. Em questão de alguns anos, as operadoras 3G passarão a ter uma nítida vantagem competitiva, em comparação com aquelas que optaram por continuar com a tecnologia GSM de segunda geração. Os usuários empresariais, grandes geradores de receita, cada vez mais querem 3G. De acordo com Iain Gillott, fundador e presidente da empresa de consultoria iGR, “84% dos entrevistados de uma pesquisa envolvendo as 100 empresas mais importantes do ranking da revista Fortune, informaram que estão interessados ou muito interessados em laptops equipados com aparelhos de modem 3G de alta velocidade”. “De uma forma geral, continua-se comprovando que o usuário empresarial de serviços 3G é um cliente lucrativo para operadoras celulares nos EUA, com base nas divulgações dos gastos mensais feitos por empresas que estão na faixa de US$ 90 por usuário, o que é aproximadamente o dobro do retorno (ARPU) divulgado pelas operadoras 2G”, relatou David Chamberlain, analista da In-Stat. As tecnologias 3G também estão muito bem posicionadas, permitindo que as operadoras aproveitem a nova fase de crescimento dos serviços de voz que deverá ocorrer nos mercados emergentes. Para as operadoras que buscam conquistar um grande número de usuários e que vão precisar de muita capacidade de voz, a terceira geração apresenta uma relação custo-benefício muito melhor em termos de gastos de capital e custos operacionais a longo prazo. Um relatório recente da Signals Research corrobora este fato. A empresa realizou uma análise minuciosa dos gastos de capital e operacionais de redes 2G e 3G, por um prazo de 10 anos. A conclusão a que se chegou foi a seguinte: se uma operadora pretende migrar para 3G, em determinado ponto de um período de 10 anos, é mais eficiente, em termos de custos, simplesmente começar com uma rede 3G. A Signals Research conclui que, tendo em vista vários cenários diferentes, uma operadora pode reduzir o custo total de propriedade (Total Cost of Ownership - TCO) de sua rede a longo prazo, se optar pela instalação de uma rede 3G, ao invés de ficar com uma estratégia 2G. Além disso, descobriu que estes resultados também se aplicam aos mercados em desenvolvimento, onde o uso de serviços de voz e dados, prestados por meio de rede 2G, é relativamente alto e crescente. “Embora, de forma geral, a infra-estrutura de rádio 3G seja considerada cara, os demais fatores de custos não-relacionados com tecnologia, como preparação do site e custos de leasing, costumam passar de longe o custo real dos equipamentos instalados no site”, explicou Michael Thelander, fundador da Signals Research. “Sendo assim, se uma operadora consegue reduzir estes custos implantando uma tecnologia mais eficiente no uso do espectro, como a 3G, os custos mais altos, associados à 3G, podem ser compensados pelas reduções obtidas em outras áreas de seus gastos de capital”. No caso da Tata Teleservices, a instalação de equipamentos CDMA2000 de baixo custo foi a chave para a redução dos gastos de capital e custos operacionais, com a finalidade de atender os mercados rurais da Índia com baixa densidade demográfica. “O projeto inovador das estações rádio-base externas CDMA2000 que estamos implementando se ajusta perfeitamente aos mercados rurais da Índia, pois confere melhor cobertura e desempenho, além de reduzir nossos custos operacionais e de estabelecimento”, explicou Greg Young, diretor da área de redes, tecnologia e serviços de valor agregado da Tata. Os preços de telefones também são um importante aspecto decisório, sobretudo nos mercados emergentes de telefonia celular. Com 275 milhões de assinantes, a tecnologia CDMA2000 já oferece grandes economias de escala, resultando em um impacto significativo sobre os preços de aparelhos. De fato, os preços dos modelos mais básicos de telefones CDMA2000 já se equiparam aos GSM. No futuro, os telefones WCDMA também deverão apresentar maiores volumes e menores preços.
“Praticamente, não vemos nenhuma diferença em relação aos preços de modelos mais básicos e mais sofisticados, entre GSM e CDMA2000”, comentou Xiaoyu Tong, gerente geral do departamento de serviços de valor agregado da China Unicom. “Nosso rumo estratégico é fortalecer nossa posição competitiva, por meio da prestação dos lucrativos serviços de última geração para aparelhos CDMA2000, sem depender apenas da receita resultante dos serviços de voz e mensagens curtas para telefones GSM”. No mercado da Índia, há cerca de 22 modelos de telefones CDMA2000, a um preço de atacado inferior a US$ 50, provenientes de 10 diferentes fornecedores, em comparação com os 17 modelos GSM oferecidos a um preço inferior a US$ 50 de 5 fornecedores. Além disso, o Yankee Group concluiu que os modelos de telefones CDMA2000 que oferecem mais valor respondem por cerca de 60% de todos os modelos mais básicos, importados pela Índia mensalmente. Mais de 1,6 milhões de aparelhos CDMA2000 ACE já foram importados pela Índia para atender a demanda por aparelhos de comunicação baratos, enquanto que um número inferior a 500 mil modelos GSM, feitos para mercados emergentes (EMH) foram fabricados na Índia com o mesmo objetivo. “Não necessariamente o consumidor deseja o telefone mais barato”, disse John Jackson, analista da área de aparelhos telefônicos do Yankee Group. “Os modelos mais baratos podem até afastar o consumidor”, explicou. “Em mercados como o da Índia, onde a penetração de PCs é apenas nominal, é o telefone CDMA2000, capaz de transmitir dados, que definirá a experiência na Internet para um vasto número de usuários finais”. Embora as duas tecnologias CDMA2000/EV-DO e WCDMA/HSDPA tenham uma vantagem nítida sobre as 2G, quando se compara as trajetórias de migração 2G e 3G, o CDMA2000/EV-DO oferece a maior vantagem em termos de custo total de propriedade (TCO). A trajetória de migração CDMA2000 requer bem menos investimentos que a das GSM/GPRS/EDGE/WCDMA, pois aproveita totalmente o espectro e a infra-estrutura já existentes. “As prestadoras de serviços precisam ter certeza de poder proteger seus investimentos por muitos anos no futuro. A tecnologia CDMA2000 traz esta tranqüilidade, pois oferece uma trajetória de evolução que torna possível para a operadora CDMA permanecer na vanguarda das comunicações móveis”, declarou Mike Iandolo, presidente da área de Soluções de Acesso com Mobilidade da Lucent Technologies. “Instalando uma solução 3G, a exemplo da CDMA2000, a operadora pode gerar receita hoje, proporcionando uma experiência de voz de alta qualidade e transmitir dados a altas velocidades além de poder lançar, com eficiência de custos, novos serviços que reúnem voz, dados, vídeo e outras funções multimídia”.
Mundialmente, mais de 37 milhões de usuários de serviços EV-DO já adquiriram pelo menos um dos mais de 280 modelos de telefones EV-DO. A tendência é de que haja redução do preço médio de venda (ASP) da 3G e que as maiores oportunidades de geração de receita fortaleçam o caso de negócios da tecnologia EVDO. “Foi fácil fazer a expansão de CDMA2000 com custo-benefício, possibilitando que a Verizon Wireless possa oferecer um conjunto incrível de serviços, com uma seleção cada vez maior de modelos de telefones que atendem as necessidades em constante evolução de nossos clientes, melhorando seus estilos de vida e aumentando a produtividade por um preço atraente”, disse Ed Salas, vice-presidente de planejamento de rede da Verizon Wireless. Flexibilidade na trajetória à frente Não apenas o EV-DO é mais rápido, como também apresenta uma latência menor e menos flutuações (jitter), viabilizando serviços e aplicações ainda mais ricas, a exemplo de videoconferência, push-to-media, multicasting de programas de TV, jogos 3D com acabamento perfeito e utilizado por várias pessoas, assim como comunicações concomitantes de voz e multimídia. “O cliente se beneficiará das maiores velocidades de upload e download, bem como dos serviços de vídeo, multimídia sob demanda e push-to-talk”, disse Barry Tishgart, diretor de marketing de produto da Sprint Nextel, que pretende lançar o EV-DO Rev A comercialmente no quarto trimestre de 2006 e espera atingir mais de 40 milhões de usuários até o final do ano. “A facilidade de instalação, a compatibilidade retroativa dos aparelhos de telefone e uma ampla seleção de serviços de valor agregado, fazem com que a escolha do EV-DO Rev A pela Sprint Nextel seja uma vitória certa para a própria operadora e para seus clientes”. A Rev A concretiza comercialmente a VoIP e um ambiente totalmente baseado em IP — a Meca de todas as teles que buscam baixar consideravelmente seus custos, assim como aumentar a capacidade e a flexibilidade de transmitir chamadas de voz sobre IP e pacotes de dados, através de múltiplas redes. De fato, o estudo da Signals Research descobriu que, com a oferta de VoIP através de uma rede EV-DO Rev A, a operadora pode reduzir significativamente seu custo total de propriedade (TCO). “A Rev A levará a transmissão VoIP de alta qualidade a consumidores e empresas muitos anos à frente da tecnologia UMTS”, disse Paul Callahan, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Airvana. “Nos últimos dois anos, muito progresso foi feito, não só em termos de compras e instalação de infra-estrutura 3G e de novas aplicações comerciais, mas também na maneira de pensar da indústria que visa agora o futuro também”, disse Larry Swasey da Visant Strategies. “Há muito mais ainda por vir”. As redes CDMA2000 e WCDMA são capazes de viabilizar novos serviços de voz, multimídia e dados por banda larga, grandes geradores de receitas, além de oferecer maior economia. A tecnologia GSM pode oferecer um custo menor na entrada, mas não passa de um investimento morto. Não há dúvida nenhuma de que 3G oferece, a longo prazo, as melhores oportunidades competitivas e de geração de receita e as atuais operadoras que têm visão de futuro serão as líderes nos mercados amanhã. |



Bem-vindo ao 3G World Update que apresenta uma visão em profundidade do avanço generalizado da terceira geração (3G) no mundo.






